sábado, 13 de novembro de 2010

Prefeito Hélio deixa Campinas ao “Deus dará”

Depois de abandonar Campinas durante todo o período eleitoral, para se dedicar a pedir votos para Dilma Roussef, agora, mais uma vez, o prefeito Hélio de Oliveira Santos vai colocar a administração da cidade em segundo plano. Dr. Hélio já anunciou que será um dos “coordenadores” da reforma política em nível nacional, o que deverá implicar em mais viagens pelo País e menos atenção aos problemas do município. Enquanto isso, a população sofre com o descaso da Prefeitura. Sobre isso, me manifestei da Tribuna da Câmara Municipal (veja vídeo abaixo).


video

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Aprovado projeto que disciplina o replantio de árvores

Artur Orsi (centro) discute com os vereadores
alguns detalhes do projeto de sua autoria

Segue reportagem publicada pelo portal da Câmara Municipal de Campinas.
A Câmara Municipal aprovou nesta quarta-feira (03/11), em segunda discussão, projeto de autoria do vereador Artur Orsi (PSDB), que acrescenta dispositivos à Lei que disciplina o plantio, o replantio, a poda, a supressão e o uso adequado e planejado da arborização urbana. De acordo com o vereador, o projeto pretende disciplinar o plantio de árvores defronte a estabelecimentos não residenciais.
De acordo com o projeto, será obrigatório o plantio de uma árvore a cada 10 metros de calçadas lineares, respeitando-se os demais requisitos estabelecidos no Guia de Arborização Urbana de Campinas. O plantio ou replantio será de responsabilidade do proprietário do imóvel defronte a calçada ou de seu ocupante, em caso de locação ou cessão.
“O projeto surgiu não apenas com base em nossa observação, mas também por um alerta feito por entidades ambientalistas e organizações não governamentais, segundo as quais, muitos desses estabelecimentos estão suprimindo árvores sem os critérios técnicos necessários, para que a calçada possa ser usada como estacionamento de veículos”, disse Artur Orsi. De acordo com o vereador a legislação atual não prevê o replantio das árvores retiradas, mas somente a aplicação de multas.
Pelo projeto aprovado, a Prefeitura fará a fiscalização e deverá notificar os que estiverem em desacordo com a lei. Os estabelecimentos utilizados para fins comerciais, prestação de serviços, industriais ou outra categorias não residenciais que não cumprirem a lei ficam sujeitos à cassação do alvará de funcionamento do imóvel caso não providenciem o plantio ou replantio de até 30 dias após a notificação do órgão público competente. O projeto segue agora para a sanção do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT).

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Um recado claro das urnas

Esse primeiro contato após o segundo turno das eleições presidenciais é de agradecimento. A vitória de Serra em Campinas e em 11 das 19 cidades da nossa Região Metropolitana é uma resposta claro aos detentores do poder: não há unanimidade alguma em torno de quem quer que seja e a transferência de votos não é automática: ela esbarra na inteligência do eleitor que, apesar de toda a propaganda na maioria das vezes enganosa, não abre mão de escolher conforme lhe dita a consciência.
Assim, saímos vitoriosos por aqui, o que nos dá, além da natural satisfação, uma responsabilidade muito maior ainda: vamos em frente na nossa luta para que a cidade retome o bom caminho da política consciente, da administração saudável, do governo honesto e da representatividade sensata.
Daqui a dois anos teremos eleições para prefeito em todo o Brasil. As conquistas da oposição nessa eleição, representadas por 10 governos estaduais - 8 do PSDB e 2 do DEM – farão com que a oposição governe mais de 71 milhões de eleitores, ou mais da metade do total (52,29%) e quase 100 milhões de brasileiros. Do mesmo modo, a maior parte do PIB brasileiro está com a oposição, o que mostra que também podemos construir um Brasil e ele terá de ser mais justo, mais moderno e, sobretudo, fortemente democrático. É esse poder de fogo que temos para enfrentar um governo federal que terá à frente não um político construído na lide eleitoral e administrativa e com largos serviços prestados à Nação, como seria natural, mas uma incógnita inventada pela máquina do poder e devidamente maquiada para agradar a maioria do eleitorado.
Portanto, se as urnas não nos deram o governo do Brasil, elas mostraram cabalmente que somos muitos e que somos fortes, pois 44% do eleitorado preferiam nosso candidato a conduzir os destinos do país.
Vamos continuar nossa atuação de oposição, tendo consciência da responsabilidade e da importância do nosso trabalho para o bem da cidade.