sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Base evita convocação de secretário

Na última sessão da Câmara foram aprovados dois requerimentos de minha autoria. Um terceiro, infelizmente, a base aliada impediu a sua aprovação.
O primeiro requerimento aprovado questiona a Prefeitura sobre o convênio firmado com o Banco do Brasil. Pelo acordo, a instituição financeira ficou com a folha de pagamento da Administração municipal e, em contrapartida, o banco seria o responsável pela construção de um teatro na Pedreira do Chapadão. Como se sabe, o teatro jamais foi construído e o dinheiro usado para outras finalidades que não aquelas do convênio. Vamos aguardar a explicação da Prefeitura sobre esse caso.
O segundo requerimento requer informações, também do Executivo, a respeito do repasse dos valores aos convênios médicos dos servidores municipais ativos e inativos. Há reclamações sobre falta de atendimento desses convênios por falta de pagamento. E isso, claro, não pode continuar, já que estamos falando da saúde do servidor público municipal.
O terceiro requerimento, rejeitado pela base aliada, convocava o secretário municipal de Finanças, Paulo Mallmann, para dar explicações sobre os “restos a pagar” da Prefeitura. Como se sabe, esses “restos a pagar” foram apontados como um dos principais problemas financeiros da Prefeitura no ano passado. São dívidas que não foram pagas até 31 de dezembro para fornecedores da Prefeitura. Pois essas dívidas aumentaram de R$ 78 milhões para R$ 265 milhões, comprometendo quase 10% do orçamento de 2010.
Há menos de um mês, o diretor de finanças, Afonso Silva, disse, em audiência na Câmara, que pretendia, ainda em fevereiro, quitar pelo menos 70% dessa dívida e o restante seria pago em oito parcelas ao longo do ano. Ora, nós queríamos saber por que a Administração deixou essa bagagem de quase R$ 300 milhões de um exercício para outro. É um assunto da extrema relevância para o município.
A Câmara e a população de Campinas têm o direito de saber o que está ocorrendo.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

redução de água é matéria da EPTV/GLOBO

Na semana passada a EPTV Campinas, afiliada da Rede Globo, mostrou reportagem sobre a redução da tarifa de água e esgoto de Campinas, em decorrência da representação na Justiça proposta por nós em novembro de 2009, conforme informamos exaustivamente neste blog. Vale a pena conferir no endereço: : http://eptv.globo.com/emc/VID,0,1,11592;1,liminar+agua.aspx

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Continuamos atentos

Nós continuamos atentos aos problemas dos teatros de Campinas. Agora queremos saber se o Teatro Interno do Centro de Convivência oferece segurança para artistas, públicos e funcionários que lá trabalham. A reportagem abaixo foi publicada nesta segunda-feira no jornal Todo Dia.

Câmara quer laudo sobre estrutura do teatro

A Câmara de Campinas aprovou ontem requerimento do vereador Artur Orsi (PSDB) que obriga a prefeitura a encaminhar ao Legislativo cópia de laudo ou atestado de responsabilidade técnica, emitido por profissional competente e relativo ao ano de 2010, que demonstre a segurança das instalações físicas e estruturais do teatro interno do Centro de Convivência Cultural.
O requerimento especifica que o laudo deverá trazer informações não apenas sobre as condições estruturais do prédio do Centro de Convivência, mas também sobre o estado em que se encontram os equipamentos de palco, detalhando as condições de segurança do local para os artistas e técnicos que lá atuam e também dos espectadores do teatro.
“Houve recentemente um incidente com um artista que se apresentava no Centro de Convivência que foi atingido por um holofote que se soltou do teto. Além disso, são cada vez mais freqüentes as reclamações sobre as precárias condições em que o local se encontra”, afirmou Orsi.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O preço da água

Para demonstrar o quanto é abusiva a tarifa de água e esgoto praticada pela atual administração de Campinas, trazemos um histórico do aumento dos últimos anos, bem como tabela comparativa com outras cidades.
Só para recordar, em 2005 o aumento da Sanasa foi de 43% e, no acumulado até 2008, chegou a quase 100%.No mesmo período, o reajuste da Sabesp foi de 20%. A Sabesp oferece serviços de distribuição de água e tratamento de esgoto em cerca de 400 cidades do Estado.
Há outros exemplos. Para consumidores residenciais até 15m cúbicos de consumo, o valor cobrado pela Sanasa é de R$ 60,74. Já esse mesmo consumidor da Sabesp paga R$ 24,56. Existe uma diferença de mais de 120%.
A diferença de preços aparece também para os consumidores de até 20m cúbicos. Enquanto a Sabesp cobra R$ 58,56, a Sanasa cobra R$ 90,74.
Em Ribeirão Preto – que a exemplo de Campinas tem sistema próprio - o consumidor de até 20m cúbicos paga R$ 42,20, enquanto que aqui passa dos 90 reais.
Abaixo algumas tabelas comparativas.